Operação “Território Livre” mira facção criminosa investigada por ataques a provedores de internet e tráfico de drogas em Canindé

 


Imagens: Divulgação/PMCE
O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou na manhã desta terça-feira, 26 de maio, a operação denominada “Território Livre”, com o objetivo de desarticular o núcleo de uma facção criminosa investigada por ataques a provedores de internet e ações de expansão territorial no município de Canindé.

 

A operação contou com o apoio da Polícia Civil, do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRAIO) e da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães), ambas da Polícia Militar do Ceará. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados judiciais, sendo quatro de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão, com alvos localizados em Fortaleza e Canindé.

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As investigações do MPCE indicam que três dos investigados residem na capital cearense, enquanto os demais têm domicílio no município do interior. Um dos mandados de busca e apreensão foi realizado em imóvel de Canindé utilizado pelo grupo para atividades relacionadas ao tráfico de drogas, ocasião em que uma pessoa foi presa em flagrante.

Durante a ação, foram apreendidos aproximadamente 2,2 quilos de crack, 3,1 quilos de cocaína, 30 munições de calibre .38, três balanças de precisão, um facão com lâmina de cerca de 14 centímetros, um aparelho celular com a tela danificada, duas caixas de chumbinho calibre 5,5 mm, duas carabinas de pressão calibre 5,5 mm e dinheiro em espécie. Além disso, duas câmeras de monitoramento, uma delas com cartão de memória, foram recolhidas, pois estavam instaladas em pontos estratégicos para vigilância da área.

O material apreendido será submetido à perícia técnica e poderá contribuir para o aprofundamento das investigações, visando à desarticulação definitiva das atividades criminosas da organização na região. O grupo é suspeito de planejar ataques contra provedores de internet utilizando veículos locados, além de promover a expansão territorial da facção através de ocupações e atos de coação contra moradores locais.

 


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