SINDSEC avança nas discussões sobre condições de Trabalho dos Agentes de Saúde em Canindé

 


O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Canindé (SINDSEC) participou, nos dias 10 e 12, de duas agendas importantes relacionadas às condições de trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE) no município. As reuniões fazem parte de um processo de diálogo e acompanhamento de pautas históricas da categoria, que vêm sendo defendidas pelo sindicato ao longo de anos de mobilização e atuação institucional.

Na terça-feira (10), a pauta discutida foi relacionada aos Agentes Comunitários de Saúde, com a participação da presidenta do SINDSEC, Ana Célia, e da vice-presidenta, Aurenice Santiago. Já na quinta-feira (12), a discussão esteve voltada aos Agentes de Combate às Endemias, agenda que contou com a presença da secretária de Aposentados e Assuntos Previdenciários, Regina Lemos, e do secretário de Comunicação, Wanderley Sousa. Entre os principais pontos debatidos estão a retirada do uso de escadas nas atividades diárias, a garantia de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a disponibilização adequada de fardamento para os profissionais.

De acordo com o SINDSEC, essas pautas fazem parte de uma luta histórica do sindicato, construída ao longo de mais de uma década de reivindicações em defesa da segurança e das condições de trabalho desses profissionais. Inclusive, o sindicato possui encaminhamentos e ações junto ao Ministério Público do Trabalho relacionados à garantia de direitos como EPIs, fardamento e adequações nas condições de trabalho. Para a vice-presidenta do SINDSEC, Aurenice Santiago, é fundamental reafirmar a origem dessas reivindicações. “Essa é uma pauta histórica construída pelo sindicato junto à categoria. Há mais de dez anos estamos cobrando melhorias nas condições de trabalho, especialmente em relação aos EPIs, ao fardamento e à segurança desses profissionais. O SINDSEC segue firme acompanhando cada passo dessas discussões para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados”, destacou.

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