Thamallia e Edésio mantinham um relacionamento por cerca de 20 anos e tinham três filhos juntos. Após o término da união, a vítima havia se mudado do Rio de Janeiro para Canindé, mas enfrentava constante perseguição do ex-companheiro, que não aceitava o fim da relação. O juiz plantonista responsável pela concessão das medidas protetivas manifestou preocupação com o “fundado receio de ocorrência de violência grave”, garantindo que o caso fosse acompanhado pelos órgãos de proteção locais.
As diligências realizadas pela Polícia Civil e Militar para capturar o suspeito seguem em andamento, após ele ter fugido do local do crime.
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